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Entrevista_Guanaes

Reitor da PUC-Rio e Diretor do NIMA vão à mídia falar sobre a crise hídrica

“A falta de investimentos em longo prazo; o otimismo exagerado dos políticos e gestores que conhecem a realidade, mas preferem apostar na sorte; a cultura do desperdício; a dificuldade em ouvir e colocar em prática os dados das ciências; a incredulidade nos sinais de alerta dados pelas mudanças climáticas; e a teimosia em apoiar de maneira exagerada na matriz hidrelétrica, deixando em segundo plano outras matrizes energéticas, resultaram nesta crise hídrica que hoje vivemos no Brasil, sobretudo nas regiões mais populosas”. Foi assim que o Padre Josafá Carlos de Siqueira, Reitor da PUC-Rio, iniciou seu artigo na seção de opinião do OGlobo deste último domingo (08/03/15), sobre a atual crise hídrica.

No artigo, Padre Josafá reforçou a importância de repensar valores e atitudes, e a urgência em reverter a cultura de desperdício que é mantida pela crença de que o Brasil, graças a sua riqueza hídrica, é uma terra de recursos abundantes e inesgotáveis. A atual escassez prova que a água é um bem natural limitado e, como tal, deve ser preservado e administrado com parcimônia.

“A consciência da limitabilidade aparece na escassez de recursos, permitindo criticar posturas e ineficiência de gestão e, ao mesmo tempo, mudar os hábitos que foram adquiridos na abundância e no desperdício”. Padre Josafá ainda lembra que “a agricultura e a irrigação são hoje os maiores consumidores de água no Brasil” e que por isso, cabe a eles também a responsabilidade de repensar seus métodos e tecnologias.

Assim como o Reitor da PUC-Rio, o diretor do NIMA, Luiz Felipe Guanaes, também se aproveitou da mídia para espalhar a mensagem de conscientização sobre o uso da água e analisar a crise hídrica. Em entrevista a WebTV Redentor, Guanaes explicou que é preciso ter uma visão macro de gestão de recursos e não apenas buscar soluções a curto prazo.

Confira a entrevista

 

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